Jornal O Dia
domingo, 18 de novembro de 2012
Pneumonia é a doença que mais mata menores de cinco anos no mundo
Jornal O Dia
segunda-feira, 5 de março de 2012
O que são as varizes?

São veias que estão com uma dilatação anormal, devido a problemas em suas valvular, a parte que ajuda a segurar o sangue. “O pé e a batata da perna funcionam como uma espécie de coração e o movimento que eles fazem cria uma pressão que ajuda a empurrar o sangue para cima. A tendência do sangue é descer de novo, mas as valvular impedem que isso aconteça”, explica o médico angiologista Roberto Tullii. “As válvulas, quando se deterioram, não têm força suficiente para segurar o sangue e parte dele acaba descendo novamente pela veia, pressionando-a e dilatando-a.” Vários fatores podem originar varizes: a progesterona, hormônio feminino produzido em maior quantidade durante a gravidez e que faz parte da composição das pílulas anticoncepcionais, causa dilatação nas paredes da veia. Isso explica por que as mulheres são mais sujeitas a ter varizes que os homens. Ficar muito tempo em pé, parado, também provoca varizes, porque não há movimento do pé e da batata da perna, para ajudar a bombear o sangue para cima.
Revista Superinteressante
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O que é gordura trans?

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A aspirina pode trazer benefícios ao coração?
por Juliana Pettinati, Sorocaba, SP
Ela não tem efeito direto sobre o coração, mas pode beneficiá-lo desde que bem ministrada. O ácido acetilsalicílico substancia presente na aspirina, evita que as plaquetas partículas do sangue com a função de coagulantes se aglutinem. A aglutinação dessas partículas facilita a formação de coágulos, que obstruem as artérias e podem provocar ataques cardíacos. Mas a aspirina, para esses fins, só deve ser usada com indicação médica, e com dosagem especifica, por pacientes com predisposição à formação de coágulos. Do contrario, os benefícios podem ser menores que os malefícios, já que o ácido é um irritante da mucosa do estômago, podendo provocar úlcera ou gastrite, explica o cardiologista Miguel Nassif, do Instituto de Grastroenterologia de São Paulo.
Revista Superinteressante
domingo, 10 de outubro de 2010
| Quer emagrecer? Durma mais e melhor | ||||||
| Estudo revela que boa noite de sono ajuda na queima de gorduras para quem faz dieta | ||||||
| por Katherine Harmon | ||||||
Ter uma noite de sono contínuo pode não parecer a melhor receita para perder peso, mas diversas pesquisas apontam a importância de ter um sono eficiente. Um novo estudo mostra que não dormir o suficiente pode comprometer severamente a capacidade das pessoas de perder gordura extra. Pesquisadores descobriram que quando alguém em dieta tem uma noite de descanso completo, mais do que se duplica a quantidade de peso perdido das reservas de gordura. Pessoas cansadas também relataram sentir mais fome do que quando tinham tido uma boa noite de sono. Os resultados do estudo foram publicados no dia 4 de outubro no Annals of Internal Medicine. "Dormir menos - comportamento onipresente na sociedade moderna - parece comprometer os esforços para a perda de gordura", disse Plamen Penev, professor-assistente de medicina na University of Chicago e coautor do estudo. Os participantes do estudo perderam cerca de 55% mais gordura quando o sono foi suficiente. Para o estudo, 10 voluntários com excesso de peso (idades entre 35-49 anos e com um índice de massa corporal médio de 27,4 kg) iniciaram um plano alimentar personalizado, que reduziu calorias (para uma média de 1.450 por dia), mas mantiveram um estilo de vida sedentário. Durante duas semanas, os sujeitos relataram ter passado 8,5 horas por noite na cama (com um tempo médio de sono de cerca de 7 horas e 25 minutos), e, durante um segundo período de duas semanas, foram autorizados apenas a 5,5 horas por noite de sono (com um tempo médio de sono de 5 horas e 14 minutos). Durante as duas sessões de estudo, os voluntários perderam cerca de 3 kg - quase metade da quantidade quando dormiam por mais tempo. O metabolismo é controlado em parte por hormônios, como a grelina, que estimula a fome e reduz o consumo de energia. Quando os sujeitos do estudo estavam dormindo menos de 6 horas, os níveis de grelina passaram de 75 nanogramas por litro para 84 ng/litro. Os níveis mantiveram-se estáveis quando os indivíduos tinham pleno descanso. Eles seguiram uma dieta rigidamente controlada mesmo com baixas calorias durante as duas fases do estudo e a diferença de peso e perda de gordura entre o sono adequado e poucas horas de sono poderia ser ainda mais acentuada. Outra pesquisa também sugere que dormir o suficiente é crucial para ter uma boa saúde em longo prazo. | ||||||
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Contato com fumaça de cigarro afeta saúde de fetos
por Nicholette Zeliadt
iStockPhoto
O cigarro tem um papel indiscutível no desenvolvimento de câncer de pulmão, entre outros. Muitas vezes causa mutações nos genes, que desencadeiam a doença. Embora o tabagismo materno seja associado ao baixo peso do feto ao nascer, com parto prematuro e a má-formação cerebral e pulmonar, poucos estudos haviam encontrado evidências resultantes da exposição à fumaça.Um estudo realizado por Stephen Grant, professor de saúde ambiental e ocupacional na University of Pittsburgh e colegas, confirma, porém, que tanto o fumo ativo e a exposição passiva à fumaça de segunda mão por mulheres grávidas levam a alterações genéticas no recém-nascido. Importante: a pesquisa mostra que houve uma frequência semelhante de mutações entre mães fumantes e mães que pararam de fumar depois constatar a gravidez. Os autores concluem que parar de fumar durante a gravidez sem ativamente evitar a exposição ao fumo de segunda mão não protege o feto em desenvolvimento. Os resultados foram publicados no dia 30 de junho em linha da medicina pediátrica no Open Journal.
"Esses resultados apoiam a nossa conclusão anterior de que a mãe passiva, ou secundária, pode causar danos genéticos permanentes no recém-nascido semelhantes aos danos causados pelo tabagismo ativo", disse Grant.
Grant estudou as mutações no gene conhecido como GPA das células vermelhas do sangue, coletadas no cordão umbilical de bebês de mães expostas à fumaça. Os resultados estão de acordo com estudos anteriores que analisaram os glóbulos brancos do sangue do cordão umbilical de recém-nascido com mutações em HPRT – gene geralmente usado como um biomarcador de exposição a agentes cancerígenos. Esses estudos também documentaram uma correlação entre a exposição materna ao fumo primário e o de segunda mão e o aumento da frequência de mutações no HPRT.
"Utilizando um ensaio diferente, fomos capazes de descobrir um tipo completamente distinto, mas igualmente importante de mutação genética que deve persistir ao longo da vida de uma criança", disse Grant. Ele concluiu que os ensaios com as mutações no gene devem ser considerados exames complementares, refletindo as mutações que ocorrem através de diferentes mecanismos.
"As mulheres grávidas deveriam não só parar de fumar, mas também cientes de sua exposição ao fumo a partir de outros membros de sua família, no trabalho e em outras situações sociais", disse Grant.
Scientific American Brasil